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25/03/2020

Em defesa da vida e da solidariedade: isolamento social deve continuar

Isolamento social deve continuar

Não aceitaremos colocar em risco as nossas vidas, nem as das pessoas com quem convivemos, por conta de uma posição negacionista e irresponsável do Governo Federal. A posição da APCEF/RS é pela proteção da saúde pública e da categoria bancária. O que precisamos, nesta situação, e com urgência, é de aprimoramento das medidas de proteção.

É necessário diminuir drasticamente a circulação de pessoas para reduzir a contaminação. Não é isso, entretanto, que temos experenciado nas agências bancárias em todo o país. As salas de autoatendimento têm sido locais de elevado risco de contaminação, sobretudo para clientes, e muitas sequer dispõem de dispensadores de álcool em gel.

A situação é de insalubridade. Bancárias e bancários se desdobram para resolver tantos problemas, sem preparação para as situações de grande risco de contágio, manuseando dinheiro em agências com janelas lacradas.

O crachá funcional não é escudo protetor contra epidemias. O “isolamento vertical”, farsa inventada pelo governo brasileiro, não encontra respaldo científico em nenhum lugar. Não aceitamos a autoridade do Presidente da República: a Organização Mundial de Saúde, neste momento, é a entidade que reconhecemos para balizar nossa defesa da saúde da categoria bancária e do povo brasileiro. Não aceite ameaças ou intimidações. Procure o seu sindicato ou a sua federação, tenha em mãos telefones úteis e de denúncia em seu município.

A APCEF/RS defende medidas urgentes para este momento. A dilatação do prazo de pagamento do equacionamento da Funcef para aposentados e aposentadas é uma delas. O verificado endividamento dessa parte da categoria é extremamente preocupante neste contexto de pandemia.

Nos locais de trabalho, exigimos urgentes mudanças para evitar a propagação da doença a trabalhadores/as e suas famílias. Banqueiros têm a obrigação de resolver a situação insalubre das agências e até agora pouco fizeram.

Pessoas não são descartáveis.

Desde o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro na noite de terça-feira, 24 de março, emerge no Brasil uma ofensiva narrativa para deslegitimar as tão necessárias políticas de isolamento social para conter o avanço da epidemia do Coronavírus.

Contrariando a Organização Mundial da Saúde (OMS), o chefe do Poder Executivo critica medidas como o fechamento de escolas e a restrição nos transportes. Enquanto governos do mundo todo pedem, e até exigem, que as pessoas fiquem em casa, o presidente Bolsonaro, de forma irresponsável, coloca o povo brasileiro em risco, especialmente a classe trabalhadora, que é a  maioria da população. Em seu pronunciamento em cadeia nacional, deixou claro que não fará nada para resolver os graves problemas do país, ao mesmo tempo em que estimula o caos social. Um verdadeiro crime contra a humanidade.

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