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20/11/2020

Segundo ciclo da COVID-19: Um olhar sobre o impacto psicológico da pandemia

Diálogos em Defesa da Vida

Estamos desde março impactados com a presença do SARS-COV-2 em todo o planeta. Alguns diziam que era somente uma “gripezinha”, outros que o vírus era democrático, mas não é: pode infectar todas as pessoas, mas umas ficam sem sintomas, outros têm sintomas leves, outras têm sintomas graves, e muitos perderam a chance de continuar realizando sonhos. A chama da vida se apagou, deixando famílias em luto, desamparadas afetiva e financeiramente.

Desde abril a APCEF/RS realiza lives no Facebook e no YouTube, abordando de forma interdisciplinar o tema da COVID-19, com a chamada “Diálogos em Defesa da Vida, Saúde é Nosso Bem Maior”. Também ajuizou ações judiciais para reconhecimento de insalubridade às empregadas e aos empregados da Caixa que passaram a realizar um serviço essencial de atendimento a milhões de pessoas em busca de benefícios sociais.

Na próxima live, na quarta-feira, dia 25 de novembro, às 18h, a psicóloga que assessora a APCEF em Saúde da Trabalhadora e do Trabalhador, psicoterapeuta, Mestra em Psicologia e Doutoranda em Psiquiatria Maria Isabel Perez Mattos vai falar sobre a importância do diagnóstico e reconhecimento do sofrimento mental, um tema que ainda é visto com preconceito por uma cultura equivocada em seu conceito de saúde.

No Brasil, estamos vivendo o segundo ciclo da Covid-19 sem ter finalizado o primeiro. A vacina não chega nunca, embora esteja sendo desenvolvida com muita agilidade. O cansaço está deixando as pessoas desacreditadas de haver solução, o que é um sintoma preocupante. Assim, passa-se a achar que nada resolve, o que resulta em abandono dos cuidados pessoais e coletivos. É preciso refletir a quem serve que as pessoas se infectem pelo SARS-COV-2. É importante entender o que acontece realmente e dar nome ao medo, à raiva, ao desalento, à solidão. Prestar atenção nas crianças, que estão vivendo tempos de incerteza, de medo, de pouca socialização e até em luto por se tornarem órfãos de pais, de avós. Elas também ficam depressivas, e isso é preocupante.

Há também as histórias das pessoas idosas, confinadas, segregadas socialmente por tanto tempo, mais ameaçadas que nunca por serem um grupo de risco. Experimentam os mesmos sentimentos, podem até sofrer mais do que qualquer pessoa adulta. O que podemos/devemos fazer se estamos vivendo mais uma etapa da COVID-19?

A mediação é da Diretora de Aposentadas, Aposentados, Previdência e Saúde, Célia Zingler, que nos diz que a APCEF se engajou desde o início da pandemia com medidas sanitárias em seu funcionamento, e com esclarecimentos para contribuir na prevenção neste momento de grave ameaça à vida e à integridade física e mental das pessoas.

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