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27/05/2019

Confraternização em torno da boa música: Tertúlia Bancária chega à sétima edição

Tertúlia Bancária

Ocorreu neste sábado (18), em Porto Alegre, a sétima edição da Tertúlia Bancária, uma mostra musical que reúne talentos musicais da categoria em uma confraternização em torno da arte. O evento ocorreu no Kamikaze Karaokê BarPub, com a casa lotada, reunindo 19 bandas e artistas de diversas cidades, madrugada a dentro.

No palco da Tertúlia deste ano, assim como em outras edições, o rock – dos clássicos de décadas atrás, ao heavy metal e o grunge – foi o gênero mais tocado, mas outras preferências estéticas também estiveram presentes: música popular brasileira, reggae e pop, em composições autorais e releituras.

Tertúlia Bancária

“Para nós, da APCEF/RS, é uma imensa satisfação estar mais uma vez aqui neste evento cultural, educacional, artístico e sobretudo divertido”, disse o presidente da Associação, Marcello Carrión, agradecendo às entidades que apoiaram o evento. “Essa parceria é muito importante. Ainda mais no momento em que vivemos, no Brasil: valorizar as instituições que promovem a luta por direitos, cultura e educação, é fundamental. Existe vida fora do banco, bancários e bancários produzem muita arte e conhecimento”, afirmou.

Você poderá assistir a todas as apresentações da VII Tertúlia Bancária em breve no canal da APCEF no YouTube. A gravação de 2018 pode ser vista aqui.

O álbum com a cobertura fotográfica completa estará na página da APCEF/RS no Facebook.

A Tertúlia é realizada pela APCEF/RS com apoio do Sindicato dos Bancários de Santa Maria e Região, Sindicato dos Bancários de Pelotas e Região, Associação dos Funcionários das Empresas do Grupo Banrisul, Sindibancários Santa Cruz do Sul e Região e Sindicato dos Bancários do Vale do Caí.

Tertúlia Bancária

A banda que abriu a mostra veio de Santa Maria e é composta por veteranos do palco da Tertúlia. Ilberto Luís Trentin, Rochester Soares Lima e Rochester Soares Lima Filho integram a “Dupla Personalidade” e tocaram Samba de uma nota só, de Tom Jobim, e o Brasileirinho, de Waldir Azevedo, com teclado, cajón e meia-lua.

Tertúlia Bancária

O Grupo Cordas seguiu o set com releituras particulares de dois clássicos da música internacional: Hallelujah, do cantor, compositor, poeta e escritor canadense Leonard Cohen; e Let it be, dos Beatles. Composto por viola, dois violinos e teclado, o quarteto – Fabiano Ramos, Lúcia Speranza, Márcia Nunes e Paula Scheid – é integrado por alunas/os da Escola de Música Tio Zequinha, em Porto Alegre.

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A voz de Leandro Ladeira já é conhecida por quem frequenta os eventos da APCEF. Integrante do Coral da Associação há três anos, ele é natural de Pelotas, mas mora em Porto Alegre. Com a banda Pequeno Intervalo, ele participou inicialmente, em 2017, do Palco Livre, mas no ano passado estreou na programação oficial. Ladeira cantou Um dia de Sol, de Serginho Moah, e Love of my life, do Queen.

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A Banda Atual, embora tenha surgido em 2017, estreou no ano passado na Tertúlia. O grupo conta que se reuniu despretensiosamente em torno da música, “a fim de vivenciar essa arte prazerosa, que conecta gerações e atravessa todos os tempos”, e na mostra contou com as vocais de Margareth Rocha, Valéria Melo e Brenda Soares; o violão e o teclado de Edilson de Paula; e a guitarra de Roberto Batista Gomes, sob coordenação de João de Castro. Apresentaram um medley com “Can’t help falling in love”, de Elvis Presley, “Man, I feel like a woman”, de Shania Twain, e “Don’t stop believing”, da banda Journey.

Tertúlia Bancária

A CLT 43, quinta banda a se apresentar, foi criada para Tertúlia Bancária de 2016, e toca músicas com temas sociais. Neste ano, Rodrigo, Rafael Estabél, Rafael Freitas, Lucas Neves, Guilherme Mittiman e Débora Nobre apresentaram as músicas Deixa o menino jogar, do Natiruts, e Cidadão Brasileiro, de Lipe Miranda.

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Neste ano, Bernardo Dresch e Sidney Lima chamaram seus antigos companheiros da banda PsychoPinga para relembrar antigas composições próprias. Escritas há quase 20 anos, no início da década de 2000, “Juntos ou separados” e “Dessa vez é para sempre” são rocks com uma pitada de pop, tocados em conjunto com o baixo de Marcelo Pithan, e a bateria de Erick Lisboa.

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A cantora Ana Cristina tocou as canções Faltando um pedaço, de Djavan, e Porque sei que é amor, dos Titãs, acompanhada pelos santa-marienses Ilberto Trentin, Rochester Lima, Rochester Filho e Willian Palese.

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A dupla J&J – João e Joaquim, é integrada por João B. R. Vasconcellos e Joaquim Eduardo R. Vasconcellos, que, com dois violões – de 6 e 12 cordas –, tocaram Sujeito de sorte, do cantor e compositor cearense Belchior, e Pinhal, do porto-alegrense Duca Leindecker.

Tertúlia Bancária

A Manawa subiu ao palco com o objetivo de “transmitir energia boa através da música”: trata-se do lema que motivou a quatro porto-alegrenses a fundarem, em 2017, a banda. Com um som robusto e bem tocado, o grupo costuma fazer releituras de grandes clássicos do rock e do pop nacionais e internacionais, de Katy Perry a AC/DC, mas, na Tertúlia, a Manawa empolgou o público com a música “Ao seu lugar”, da vocalista Natália Gauer, e Hot n’ Cold, de Katy Perry. Além dela, participam também Fabrício Dadda, Breno Lopes e Nico Jr.

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Meri Elen Soares tem uma voz marcante e já bastante conhecida nos eventos da Associação. Nesta Tertúlia ela trouxe um set acústico, com Magno e Guilherme Bandeira fazendo baixo e violão para acompanhá-la. Apresentou You know that I’m no good, de Amy Winehouse, e Na sua estante, da baiana Pitty.

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A Esquerda, Volver! voltou ao palco da mostra, desta vez, para fazer releituras de duas fortes canções: “Je veux”, um gypsy-jazz da cantora francesa Zaz, e um recentemente lançado rock do argentino Fito Paez intitulado “La ciudad liberada”. A banda é formada pelo vocal do diretor de Formação para o Bem Comum da APCEF/RS, Marcos Todt, por Victor Todt (violão e vocal de apoio), Marcelo Hartmann (guitarra), Matheus Fröhlich (baixo) e Eduardo Essarts (bateria). “As músicas expressam posicionamentos em favor do amor. Em seu conjunto, criticam o consumismo e almejam cidades solidárias totalmente libertadas do fascismo, da fome e do preconceito”, explicou Marcos.

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A TriRock's seguiu o rock com os clássicos regionais Tardes de outono, do grupo Rosa Tatooada, e Cachorro louco, da TNT. Com integrantes de Guaíba e Eldorado do Sul, a banda reúne amigos de longa data “para juntos tentar manter vivo o espírito do rock”. Tem Henrique Nunes no baixo, Bruno Rieffel na guitarra solo, Murilo Guedes na guitarra base, Carlos Neto no vocal e Danilson Figueiredo na bateria.

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A Pequeno Intervalo, composta por músicos que acompanharam vários/as artistas na Tertúlia, veio em seguida. Eles apresentaram a canção “Meu erro”, dos Paralamas do Sucesso.

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O quarteto Rebuild apresentou um medley pesado de "Hotel California", dos Eagles, e "It's My Life", do Bon Jovi. A banda, além de tocar canções clássicas do rock, tem também composições próprias e é composta por Tiago Knijnik Tubiello (Tips), guitarra e vocais; Claudio Petry (Petry), baixo; Luis Henrique Weissheimer (Lique), bateria; e Francesco Tubiello (Franco), na guitarra.

Tertúlia Bancária

A Beyond the Yellow Lines, conhecida como B.Y.L., foi a 15ª a se apresentar. Apaixonados pelo rock e suas ramificações, o grupo toca músicas covers na noite de Santa Maria. Rafael Silva, Oscar Rodrigues, Julliano Guerin, William Palesi e Rochester Filho apresentaram as músicas Kryptonite, do Three Doors Down e One headlight, do The Wallflowers.

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A Youngs Die Young estreou neste ano na Tertúlia. Apresentando-se como resultado do “peso de um coração esmagado pela força da gravidade que insiste em puxar tudo pra baixo, em contradição com a imortal esperança juvenil que insiste em negá-la buscando alçar voos aparentemente não recomendáveis, tocou dois rápidos e pesados sons autorais inspirados no grunge e no punk: Djapazao e Chuck. Guilherme Kessler, Bruno Previdi e Marcos Macagnan compõem o trio.

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Marcelo De Marchi com sua “The Virtual Band” – acompanhado por um arranjo virtual controlado por ele mesmo – tocou With or without you, do U2, em uma versão bastante fundamentada em sua guitarra bem tocada.

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Alexandre Soares dos Santos, junto com Ilberto Trentin, Igor Leão, João Rios e João Vitor, apresentou “Sultans of swing”, do Dire Straits, e "Here comes your man", do Pixies.

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A última banda da programação regular, antes do Palco Livre, foi a Engenheiros de Havaianas, formada em 2015 por funcionários das Gerências Regionais de Governo e Habitação da Caixa em Pelotas. Eles resolveram juntar suas habilidades musicais em encontros semanais, a título de divertimento, mas não deixam de encarar a música com dedicação. A influência dos integrantes é baseada no rock e no heavy metal. Na Tertúlia, Eduardo Schattschneider, Victor Bonilha e Isac Mota Kruger apresentaram as músicas War Pigs, do Black Sabbath, e Comfortably Numb, do Pink Floyd.

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