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14/05/2021

APCEF/RS reitera cobrança para que empregados Caixa sejam incluídos na vacinação prioritária

Fenae/Divulgação

A APCEF/RS vem denunciando as falhas de medidas sanitárias adotadas nas unidades da Caixa, colocando empregadas e empregados em risco de contrair a Covid-19. Por isso, a entidade defende a inclusão dos empregados da Caixa no grupo de trabalhadores essenciais com prioridade para a vacinação. Conforme o presidente da Associação, Marcello Carrión, “nada mais justo do que imunizar os bancários e bancárias da Caixa que estão, desde o início da pandemia, mostrando mais uma vez sua valiosa contribuição à sociedade”.

O distanciamento e boa ventilação no ambiente de atendimento bancário são fundamentais para diminuir os riscos de contaminação pelo vírus. Esses protocolos, todavia, não estão sendo atendidos nas unidades, sobretudo ao longo do pagamento do Auxílio Emergencial. Uma pesquisa aponta o descumprimento dessas regras, o que reforça a defesa das entidades na campanha Vacina Já, que cobra a vacinação em massa. Importante lembrar também que APCEF/RS já se pronunciou em favor da participação de outros bancos no esforço de atender à população que recebe o auxílio. Entretanto, mais uma vez a Caixa ficou sozinha na tarefa de servir ao país. 

A categoria bancária, de acordo com o Decreto nº 10.329 -- especialmente empregadas e empregados da Caixa, que realizam o pagamento do Auxílio Emergencial desde o início da pandemia, está incluída no rol de atividades essenciais. Com a distribuição dos benefícios sociais, que necessitam de atendimento presencial nas agências, estamos mais expostos à contaminação, deveríamos portanto ser prioridades na vacinação. É o que defende a epidemiologista Maria Juliana Moura Corrêa, pesquisadora associada à Fiocruz na área de Saúde do Trabalhador, em entrevista à Fenae.

“Empregados/as da Caixa e demais trabalhadores/as considerados essenciais deveriam ser a população prioritária para a vacinação, inclusive para ser grupo alvo de barreiras sanitárias, em territórios produtivos e reduzir a transmissibilidade”, disse. “Porque foi esse grupo que ficou impedido de realizar distanciamento social e que se expõe diariamente de diversas formas durante o trabalho, diferente de outros grupos de riscos que podem adotar o distanciamento social e demais medidas de proteção” disse Maria Juliana, que também é uma das coordenadoras do projeto Rede de Informações e Comunicação sobre Exposição de Trabalhadores ao SARS-CoV-2, da Fiocruz. A APCEF/RS já publicou notícia sobre esse projeto, a respeito do qual você pode ler aqui.Ela destaca que pesquisadoras e pesquisadores já alertavam sobre essas populações de risco. A falta de medidas sanitárias por parte dos governos e o desinteresse em garantir as vacinas, porém, impedem uma estimativa segura de quando a categoria será imunizada.

Até lá, afirma Claudio Maierovitch, também em entrevista à Fenae, o uso de álcool em gel, máscaras e, principalmente, o distanciamento social são medidas que não devem ser relaxadas. “No caso do atendimento bancário, precisa haver um esforço para permitir muita ventilação nos ambientes e que haja restrição nos locais de atendimento e distanciamento para diminuir o risco. E claro, o uso de máscaras de boa qualidade”, ressaltou. Esses protocolos, porém, não estão garantidos pela Caixa. Empregados/as têm denunciado o afrouxamento das medidas de segurança e prevenção nas agências.

*Com informações e ilustração da Fenae.

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